Minas Gerais é um estado vasto que reúne cultura, natureza e boa mesa. Nós escolhemos destinos que mostram as melhores paisagens e as belezas do interior.
Em Belo Horizonte valorizamos o Mercado Central, o Conjunto Moderno da Pampulha e parques que inspiram passeios urbanos. Fora do centro, Inhotim aparece como referência de arte a céu aberto e experiência única no mundo.
Na serra, ressaltamos o parque estadual ibitipoca e a Serra do Cipó, com trilhas e cachoeiras que combinam aventura e contemplação. Também mencionamos Ouro Preto, com sua igreja matriz e casarios que contam história.
Nesta introdução, apresentamos nossa curadoria de lugares inusitados para viajar em minas gerais e oferecemos um mapa de pontos e sugestões práticas. Venha com a gente planejar uma viagem que respeita segurança, autenticidade e tempo bem aproveitado.
Por que explorar Minas além do óbvio neste presente momento
Agora é o momento certo para descobrir cantos menos conhecidos de Minas e viver experiências mais autênticas. A diversidade do estado nos permite combinar trilhas, arte e comida sem pressa.
O que buscamos são destinos com menos filas, história local viva e contato direto com a natureza. Priorizamos locais onde a visita rende conexões com guias, produtores e artesãos.
Como equilibramos natureza, cultura e gastronomia
Planejamos roteiros que alternam dias ao ar livre e passeios no centro cultural. Em Belo Horizonte, por exemplo, usamos a capital como base para pequenas escapadas até Ouro Preto ou parques próximos.
A época importa: escolhemos a estação seca para trilhas (maio a setembro na Serra do Cipó) e meses amenos em Ibitipoca (abril a outubro). Assim aproveitamos melhor as paisagens e as belezes naturais.
- Reservamos ingressos e checamos previsão do tempo.
- Mesclamos caminhadas com visitas a museus e mercados.
- Apoiamos iniciativas locais para enriquecer a experiência.
lugares inusitados para viajar em minas gerais
Nossa curadoria prioriza cantos com acesso prático, atrativos diversos e história viva. Avaliamos cada destino considerando estrada, distância de capitais e logística para encaixar um passeio no fim de semana ou feriado.
Critérios da nossa curadoria: acesso, atrativos e autenticidade
Para o acesso, checamos condições de estradas e tempo de deslocamento desde BH. Também ponderamos estrutura de visitação em parques como estadual ibitipoca e Cipó, incluindo controle de lotação.
- Prioridade em trilhas sinalizadas, cachoeiras seguras e mirantes com bom acesso.
- Favorecemos experiências guiadas quando necessário, como na Serra do Caraça, por segurança e conservação.
- Valorizamos contato com a comunidade: gastronomia local, guias e histórias das cidades.
- Indicamos quando comprar ingressos antecipados e os melhores horários para visita.
Nosso compromisso é promover turismo responsável no estado, reduzindo impacto e valorizando serviços locais. Assim ajudamos você a montar um roteiro eficiente, que equilibra cultura e natureza conforme seu preparo físico e interesses.
Lapinha da Serra e Serra do Cipó: travessias, cachoeiras e paisagens de cinema
A travessia que liga Lapinha ao Tabuleiro conecta Lapinha da Serra (Santana do Riacho) a Conceição do Mato Dentro. Passamos por campos rupestres e mirantes como o Vale do Travessão. O visual muda a cada laje, com cânions e horizontes que merecem fotos.
Travessia Lapinha – Tabuleiro e o Vale do Travessão
O percurso une dois cartões-postais e revela um mosaico de paisagens. O Travessão é fotogênico: lajes amplas, saltos e visão ampla da região.
Quando ir e como chegar a partir de Belo Horizonte
Recomendamos a estação seca (maio a setembro). As trilhas ficam firmes e a visibilidade é melhor. Saímos de Belo Horizonte pela MG-010 — cerca de 100 km, ~2 horas. Organize retorno com carros em pontas, transfers ou guias locais.
Pontos imperdíveis: Cachoeira do Tabuleiro e Travessão
A Cachoeira do Tabuleiro tem 273 m e é a maior de Minas Gerais. Em Lapinha, não perca Boqueirão, Represa e os Picos da Lapinha e do Breu. Para travessias mais exigentes, contrate condutor e siga práticas de baixo impacto: leve o lixo, fique nas trilhas e respeite sinais.
- Travessia Lapinha–Tabuleiro: mosaico de campos rupestres.
- Vale do Travessão: mirantes e lajes fotogênicas.
- Planeje no seco; logística pela MG-010 desde BH.
Parque Estadual do Ibitipoca (Lima Duarte): trilhas icônicas e a Janela do Céu
Conceição do Ibitipoca é a porta de entrada para o parque e a base ideal na cidade de Lima Duarte.
Apresentamos três roteiros clássicos: Janela do Céu (16 km), Pico do Pião (11 km) e o Circuito das Águas (5 km). Cada caminho tem tempo médio e grau de esforço distintos, então escolha conforme seu preparo.
Roteiros: Janela do Céu, Pico do Pião e Circuito das Águas
A Janela do Céu é uma piscina natural com vista panorâmica. Vale a caminhada e as fotos, mas exigimos cuidado ao entrar no poço.
No Pico do Pião há mirantes e lajes; o Circuito das Águas reúne grutas e pontes, ideal para quem busca caminhos mais curtos.
Dicas de visita: clima, lotação e preparo físico
Recomendamos visitar entre abril e outubro, quando o clima favorece as trilhas. Em feriados o parque controla a lotação, então chegue cedo e garanta ingresso.
- Leve agasalho, água, lanche e calçado adequado.
- Respeite sinalização e regras do parque estadual.
- Base em Conceição do Ibitipoca: pousadas e comida mineira para recuperar as energias.
Carrancas, a Terra das Cachoeiras: complexos naturais para um fim de semana perfeito
Carrancas concentra cerca de 70 quedas d’água em uma área compacta, ideal para quem busca contato direto com a natureza. A cidade em Minas Gerais tem trilhas fáceis e trechos mais desafiadores, ótimos para um passeio de fim de semana.
Complexo da Zilda, Tira-Prosa e Chapada dos Perdizes
Entre os principais complexos estão Zilda, Ponte, Vargem Grande, Tira-Prosa e Toca. Destaques locais são as cachoeiras Esmeralda, Fumaça (cartão-postal, imprópria para banho) e a queda de Tira-Prosa.
- Roteiro de 2 dias: otimize deslocamentos visitando dois ou três poços por dia.
- Diferenças: escolha conforme seu perfil — volume d’água, poços para banho e escorregadores naturais variam entre os complexos.
- Pôr do sol: suba à Chapada dos Perdizes para a vista das serras das Broas, Moleque e Abanador — opção imperdível.
Em dias de chuva o volume das quedas aumenta e alguns acessos ficam perigosos. Recomendamos atenção redobrada, calçado apropriado e consultar guias locais.
- Intercale visitas com paradas em restaurantes caseiros para provar a comida mineira.
- Leve dinheiro em espécie: muitas entradas são em propriedades particulares.
- Respeite a propriedade privada, recolha todo o lixo e siga orientações de condutores quando necessário.
Catas Altas e Serra do Caraça: entre picos, grutas e um santuário histórico
Entre picos e grutas, a cidade de Catas Altas revela um cenário onde patrimônio e montanha se encontram.
Passeamos pelo núcleo histórico e sentimos o charme da Praça Monsenhor Mendes, em frente à igreja matriz, com a Serra do Caraça como pano de fundo.
O Santuário do Caraça é um ícone da região. Ali, história e conservação caminham lado a lado.
Trilhas com condutores credenciados e segurança na serra
Muitas trilhas só são feitas com condutores credenciados. Isso protege visitantes e as belezes naturais.
- Principais picos: Baiano, Canjerana, Conceição, Verruguinha e Inficionado.
- Atenção: rotas variam em esforço; avalie preparo físico antes de sair.
- Combine visita ao santuário, trilhas leves e pôr do sol na praça central.
- Respeite regras de acesso a grutas e cachoeiras em propriedades locais.
- Hospede-se em pousadas familiares e experimente a gastronomia local.
Em nossa experiência, seguir orientações dos condutores e praticar mínimo impacto faz a diferença para preservar este ponto único em Minas Gerais.
Circuito das Grutas: Cordisburgo, Sete Lagoas e Lagoa Santa
Perto de Belo Horizonte há um circuito cárstico perfeito para um passeio curto e cheio de surpresas.
Gruta de Maquiné, Rei do Mato e Lapinha: destaque geológico
Visitamos a Gruta de Maquiné, em Cordisburgo, e sentimos a riqueza das salas e formações. A Gruta Rei do Mato, em Sete Lagoas, tem quatro salões e o Salão dos Castelos, com estalagmites marcantes.
A Lapinha, em Lagoa Santa, é acessível e oferece passarelas e trechos iluminados. Essas grutas têm infraestrutura segura e servem bem a famílias e grupos.
Como incluir as grutas em um roteiro saindo de BH
- Combine duas grutas no mesmo dia para um bate‑volta sem correria; saia cedo de Belo Horizonte.
- Compre ingressos e cheque horários: fins de semana lotam; há restrições de idade em alguns trechos.
- Leve calçado antiderrapante e um casaco leve — a temperatura nas cavernas é mais baixa.
- Faça uma parada em Sete Lagoas para ver a Lagoa Paulino e aproveitar bares na orla.
Dica final: siga as orientações dos guias, não toque nas formações e evite flash nas fotos. Assim preservamos pontos únicos da região de Minas Gerais para próximas visitas.
Grão Mogol e o sertão mineiro: trilhas, cachoeiras e patrimônio histórico
Grão Mogol é uma cidade que guarda história e natureza em trilhas de fácil acesso.

As avenidas Beira-Rio, Cristiano Belo e Juca Batista preservam conjuntos arquitetônicos que lembram o ciclo do diamante.
No centro histórico vemos casarões que contam a origem da cidade. A Casa da Cultura e o Presépio Mãos de Deus ajudam a entender a identidade local.
Parque, cachoeira e lago
O Parque Estadual de Grão Mogol oferece trilhas e mirantes. Recomendamos combinar uma caminhada com banho na Cachoeira Véu das Noivas.
O Lago do Irapé e o Rio Itacambiraçu são ótimos para passeios de balsa, rafting e rapel com operadores locais autorizados.
- Roteiro prático: trilha no parque, banho no Véu das Noivas e fim de tarde no Lago do Irapé.
- Logística: alguns trechos exigem 4×4; confirme transporte com antecedência.
- Gastronomia: prove comida caseira, doces e queijos em restaurantes da região.
- Cuidados: proteja-se do sol e hidrate-se muito nas trilhas expostas.
- Observe detalhes arquitetônicos e ouça histórias contadas pelos moradores.
Em nossa experiência, esse passeio revela as belezas de Minas Gerais e a vivacidade da cidade.
Alto Caparaó: Pico da Bandeira, trilhas e camping na Serra do Caparaó
O Parque Nacional do Caparaó começa na cidade de Alto Caparaó, nossa base para subir ao Pico da Bandeira. Ali encontramos trilhas de variados graus, camping, observação de aves e quedas d’água. A subida recompensa com um panorama que vale a jornada.
Melhor época, roteiros e nível de dificuldade
Nós indicamos meses secos para quem busca céu aberto e noites frias que tornam o nascer do sol no cume inesquecível. Há rotas longas que exigem aclimatação e alternativas moderadas para quem prefere caminhada curta.
- Roteiro clássico: tempo de caminhada, pontos de parada e necessidade de aclimatação.
- Camping: reserve vaga, leve equipamento para frio e cheque infraestrutura do parque nacional.
- Alternativas: trilhas e cachoeiras dentro da região para caminhadas moderadas.
- Logística: chegada à cidade, contratação de guias, água no percurso e refeições caseiras.
- Dica prática: checar previsão do tempo e levar roupa de frio mesmo fora do inverno.
Apontamos o ponto mais fotogênico perto do cume e recomendamos evitar horários de pico. Respeitamos regras e praticamos mínimo impacto para preservar este ponto único de Minas Gerais.
Serra da Mantiqueira fora da rota: Aiuruoca, Gonçalves e Monte Verde
Traçamos um roteiro panorâmico que une três destinos de serra e destaca mirantes, cafés aconchegantes e pousadas charmosas. Nossa proposta combina manhãs de caminhada com tardes gastronômicas e noites junto ao fogo.
Trilhas e mirantes: Pico do Papagaio, Pedra do Forno e circuitos panorâmicos
Em Aiuruoca subimos ao Pico do Papagaio e visitamos a cachoeira dos Garcias, trilhas com vistas amplas e trechos rochosos.
Gonçalves oferece acessos à Pedra do Forno e à Pedra Bonita, com opções de esforço moderado e horários ideais ao nascer do sol.
Clima de montanha, pousadas charmosas e gastronomia
Monte Verde é famosa pelo clima frio e pelas pousadas com lareira — perfeita para casais. Provamos queijos, geleias e pratos no fogão a lenha em pequenos restaurantes locais.
- Roteiro: manhã de trilhas, tarde em mirante e café acolhedor.
- Atividades: bosques de araucária, rotas 4×4, boia‑cross e paraglider em Gonçalves.
- Reserve cedo na alta do inverno para garantir pousada com lareira.
Em nossa experiência, esse circuito na serra mantiqueira equilibra aventura e conforto, ideal para quem busca novos lugares na região de minas gerais em uma curta viagem.
Conceição do Mato Dentro: capital do ecoturismo e a Cachoeira do Tabuleiro
Conceição do Mato Dentro é uma cidade reconhecida como polo de ecoturismo em Minas Gerais. Aqui as trilhas são bem sinalizadas e as paisagens, grandiosas.
A Cachoeira do Tabuleiro tem 273 m — a terceira mais alta do Brasil. A trilha até a base leva cerca de 2 horas (ida) e 2h30 (volta), com escadas e corrimãos em trechos íngremes.
Planeje a visita: saia cedo de Belo Horizonte, leve água, protetor e lanche. Use calçado de trilha e respeite limites de acesso indicados pelos gestores.
O centro histórico reserva pontos de interesse, como a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos e a antiga cadeia. Vale incluir uma parada para conhecer a história local e provar comida mineira.
- Integre a saída com Serra Cipó ou Lapinha para otimizar o roteiro.
- Fotografe com segurança: mantenha distância das bordas do cânion e use zoom.
- Respeite sinalização e limite de visitantes. Conservação depende de cada visita.
Poços de Caldas e o Circuito das Águas: termas, teleférico e natureza
Poços Caldas mistura termas históricas e mirantes verdes que convidam ao descanso.

Na nossa visita destacamos o balneário Thermas Antônio Carlos e o Palace Hotel como referências de tratamento e conforto.
Águas termais, Serra de São Domingos e atrações para relaxar
As águas termais rendem banhos terapêuticos e centros de bem‑estar ligados ao centro histórico.
Subir à Serra de São Domingos é simples: mirantes e trilhas leves dão outra perspectiva da cidade.
- Sugerimos um dia relax alternando parques, cafés e jardins.
- Inclua a Cachoeira Véu da Noiva e trilhas curtas para movimentar o corpo.
- Poços Caldas funciona bem o ano inteiro; a infraestrutura apoia quem busca conforto.
Recomendamos pousadas próximas às atrações e restaurantes com pratos locais. Leve doces, queijos ou cafés especiais como lembrança.
Nosso conselho: desacelere. Aproveite as águas termais sem pressa e transforme o passeio em recuperação para o corpo e a mente.
São Roque de Minas e a Serra da Canastra: nascentes, quedas d’água e o queijo canastra
Nossa rota segue para São Roque de Minas, porta de entrada da Serra da Canastra e berço de águas que marcam o mapa hídrico do país.
No parque nacional a Casca D’Anta revela duas faces: a parte alta, onde fica a nascente do Velho Chico, e a parte baixa, em Vargem Bonita, que mostra a queda de baixo para cima.
Recomendamos dividir o roteiro para ver ambos os ângulos e incluir caminhadas curtas à nascente. As fazendas locais abrem as portas para provar o queijo canastra e entender processos de maturação.
Sugerimos viajar com carro alto e checar trechos de terra do parque. Prefira períodos de clima estável para dirigir e aproveitar poços e mirantes com segurança.
- Roteiro 2–3 dias: parte alta + nascente, dia seguinte Vargem Bonita e fazendas.
- Estrutura: pousadas e restaurantes simples em São Roque de Minas e Vargem Bonita.
- Preserve: siga regras do parque, não deixe lixo e respeite cursos d’água.
Arte a céu aberto e city breaks: Brumadinho (Inhotim) e Belo Horizonte
Para quem busca combinar natureza e cultura em poucos dias, Inhotim e a capital formam uma dupla perfeita.
Instituto Inhotim: arte contemporânea e jardins botânicos
Inhotim, em Brumadinho, fica a cerca de 60 km de belo horizonte e é um dos maiores museus a céu aberto do mundo.
Nós sugerimos organizar um roteiro de um ou dois dias, alternando pavilhões de arte e alamedas botânicas. Faça pausas entre visitas e aproveite o almoço no próprio instituto.
- Dia 1: pavilhões principais e jardins.
- Dia 2: exposições temporárias e áreas menos conhecidas.
- Adote linhas temáticas para guiar a visita e aproveite experiências imersivas.
Em BH: Pampulha, Circuito Liberdade e Mercado Central
Na capital recomendamos um circuito clássico: Pampulha (Igreja São Francisco e Casa Kubitschek), o Circuito Liberdade e o Mercado Central.
Combine museus, paradas gastronômicas e mirantes como Mangabeiras e Serra do Curral para ver o pôr do sol sobre a cidade.
- Reserve tempo para compras e petiscos no Mercado Central.
- Escolha bares que celebrem a cozinha mineira, do boteco à alta gastronomia.
- Cheque horários de museus e garanta ingressos em fins de semana.
Dica prática: monte BH + Inhotim como um city break com base na capital e bate‑voltas às serras próximas. Para saber mais sobre Inhotim e como organizar a visita, veja nossa página dedicada: guia completo de Inhotim.
Cidades históricas com pegada natureza: Diamantina, Mariana e Ouro Preto
Nossa proposta une patrimônio colonial e caminhadas leves. Nosso circuito foca no século XVIII e em paradas ao ar livre.
Nesta rota, Diamantina revela um centro histórico tombado pela UNESCO e o Parque Estadual do Biribiri. Mariana guarda igrejas setecentistas e ruas de pedra. Em Ouro Preto, a cidade preserva igrejas, museus e o Parque Estadual do Itacolomi nas proximidades.
Centro histórico, museus e trilhas curtas
Sugerimos roteiros a pé pelos centros históricos, com paradas em cafés e mirantes urbanos.
- Igrejas e museus: visite São Francisco, a Matriz Nossa Senhora e museus como Minas e Metal e o Museu do Diamante.
- Parques: combine visitas ao Itacolomi e ao Biribiri para equilibrar patrimônio e natureza.
- Dicas práticas: use calçado adequado para ladeiras e calçamento de pedra; fotografe interiores em horários de menor fluxo.
- Experiência local: contrate guias para aprofundar contexto artístico e religioso e passeie por feiras e ateliês.
- Logística: conecte as três cidades em circuito eficiente, otimizando deslocamentos e pernoites.
Conclusão
, Fechamos o roteiro destacando como cultura, montanha e gastronomia se entrelaçam em cada parte de Minas Gerais. De Inhotim e seus jardins à história das cidades e às trilhas de Ibitipoca, a variedade de destinos permite montar viagens que equilibram museus, cachoeiras e praças.
Nossa sugestão é escolher uma base — Belo Horizonte, Poços de Caldas ou uma cidade histórica — definir época e reservar ingressos para parques concorridos. Apoie guias e produtores locais, desacelere e aproveite cada ponto: grutas, termas, mirantes e o centro histórico de Ouro Preto esperam por novas visitas.
Arrume a mochila, selecione seus lugares favoritos e comece agora a traçar sua próxima viagem Minas Gerais.